quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Que tortura de jogo!


Empate sem gols e um futebol sem brilho, com jogadas pelo alto em vários momentos, naquele bumba meu boi terrível. Foi estouro da bola, pra lá e pra cá, que deu canseira na visão. Os comentaristas lógico, valorizando o produto da emissora, nada falavam do medíocre jogo realizado entre Argentina e Brasil, que reedita a inútil Copa Roca.

Deixem os mortos sepultarem seus mortos e esqueçam o passado glorioso, que não retornará jamais. É quase impossível acompanhar a transmissão de algo que impõe na marra, um tal glamour, quando na real é brega de quinta, embora passando na quarta.

Quem digita não é um jornalista; aqui é um dos ouvintes clássicos dos maravilhosos, célebres e saudosos: Waldir Amaral, João Saldanha, Geraldo José de Almeida, Jorge Cury, Fiori Gigliotti, Ruy Porto e tantos outros talentos, que seria fácil preencher uma lauda inteira, com nomes que proporcionariam enorme prazer; o inverso de ter que as vezes ouvir alguém, que só transmite uma antipatia insuportável, ladeado por figuras do tipo, sim senhor o tempo todo.

Quando estou só, ouço pelo rádio e acompanho a TV. Não vou citar nomes, todos sabem quem são. Que lástima! Fui; Jorge Cury diria: Fim de papo.

Veja sobre a partida no UOL Esporte indicação sem fins lucrativos. Clique e leia.

Imagem capturada da transmissão da Rede Globo de Televisão, retransmitida para Manaus, pela TV Amazonas.

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