segunda-feira, 21 de maio de 2012

Tem Bozó no ar?


Não é preciso ser jornalista para saber quem é bom, ótimo ou genial; e qual o comportamento padrão dos profissionais clássicos.

A Rede Globo de Televisão e os canais Globosat, já tiveram mais qualidade. Muitas vezes é melhor perder a informação, do que ter de aturar vozes irritantes e performances abaixo da média, de alguns elementos colocados no ar, por entenda-se lá, quais meios.

O episódio da recusa do jogador Herrera do Botafogo, em participar da brincadeira do bloco de gols do "Fantástico" no domingo (20.05.12), que inclui pedido de música para o artilheiro que marcar três gols ou mais em uma partida, foi avaliado como "babaca", pelo repórter citado na postagem do Contexto Livre.

Aqui em Manaus, eu (Aldemir Bispo) sempre classifiquei esse tipo de segurador de microfone e exibicionista de ocasião, como "Bozó" (aquele personagem criado pelo saudoso Chico Anysio, que exibia crachá e dizia: eu trabalho na Globo).

Quem é bom já nasce feito; assim dizia Waldir Amaral o melhor narrador de futebol que o autor desta página, teve o prazer de ouvir na Rádio Globo até os anos 80.

Portanto, seja qual for o ambiente midiático, basta ser competente e não querer forçar a barra para impor o que não existe. Microfone, câmera ou outro equipamento de tecnologia que serve ao jornalismo, não são os fabricantes de pessoas capazes para desempenhar certas funções. Mas produzem estrelas; o que é lamentável.

Saiba o que rolou nesta lambamça, não praticada por Herrera; e sim por por uma figura fora dos eixos da informação, que deveria expressar a mínima capacidade, elegância e imparcialidade. Clique aqui e leia mais.

Clique e leia sobre qualificação na profissão de jornalista

Foto e informações: Contexto Livre
Complemento: Wikipédia
www.gazetadopovo.com.br/blog

* A crítica que é feita na postagem, não faz referência nenhuma ao despeito, como qualquer panaca pode querer entender.

O autor do blog admira os profissionais de alta capacidade e menospreza os medíocres que usam de vários artifícios, para conseguir estabilidade na profissão, pois não estariam aptos a exercê-la, se não fossem usados meios negativos - não assumidos - para galgar degraus. Estes recursos são ocultados com toda a força disponível nos grupos sórdidos, protegidos por superiores de conduta reprovável. Quem sabe, sabe.

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