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sábado, 10 de setembro de 2011

Mamando na vaca


Fiz uma inversão da manchete que li no G1, para indicar esta matéria de algo que no mínimo deve ser visto como bizarro. No Camboja um menino de um ano e oito meses, toma leite nas tetas de uma vaca desde julho deste ano. Clique aqui e leia no site.

Edição do blog, com informações do G1.

A invasão de Manaus


Manaus está completamente dominada pelo comércio informal. São os chamados camelôs, administrando diversos espaços. A situação se repete em vários lugares. No flagrante inicial desta postagem, o terminal de ônibus da cidade, abre esta agonia e desabafo de um nativo.

O interesse do autor, não visa ser contrário ao sustento de milhares de pais de família com a venda das suas mercadorias. Acredito que haja solução para todos.


Neste ponto é com muito esforço, que dá para ver um pouco da Catedral Nossa Senhora da Conceição, encoberta pelas barracas e árvores. É assim por todo o seu entorno. Falta cuidado com o patrimônio público.


Eis a Igreja Matriz, um dos cartões postais da cidade. Subida arriscada, para o tenebroso ambiente ao seu redor.


Aqui um dos corredores criados em frente ao terminal de ônibus e a Catedral. A invasão do espaço público, tornou-se um grave problema, que em Manaus, parece não ter solução. Caminhar nesse alvoroço é um verdadeiro desafio, que causa revolta e insegurança. Referência feita por cidadão Manauara sensato.


Falta atitude para coibir determinadas práticas. A cidade ficou refém do tumulto e desordenação, surgidos através do comércio da informalidade. Um verdadeiro caos, diante dos olhares passivos da administração pública. Ao que parece, o temor pela perda de votos, acaba propiciando a agressão visível.

Já ouvi comentários de donos do pedaço, que se dizem amigos de altas personalidades, demonstrando superioridade no dia a dia, com doses estupendas de ironia e malandragem assustadora. São os fanfarrões medíocres.

Como conviver dentro da naturalidade, sem atentar para tamanho ridículo? Sei que muito político apenas pratica o que lhe é conveniente. Então, a sociedade recebe o pago, com a maioria executando o que a imagem mais popular da capital do Amazonas oferece atualmente, com invasão pública e notória do que já foi bem agradável. É isto o que vemos, uma babel cheia de figuras berrantes. E pelo jeito vai continuar assim.

Fotos: Aldemir Bispo