
O cidadão é tratado neste país, como se recebesse favores da Previdência Social e do
Ministério da Saúde, sem nenhum merecimento.
Me posicionei, desde o final do regime militar, na condição de residente da ilusão "democrática", que se instalou nesta nação. Muitos querem acreditar, que a liberdade de expressão existe. Só que...vocês sabem!
Eu fui testemunha no sábado, 03 de setembro de 2011, de uma verdadeira tortura, praticada dentro da
FHAJ - Fundação Hospital Adriano Jorge, localizada no bairro da Cachoeirinha, que pertence aos domínios administrativos da
UEA-Universidade
do Estado
do Amazonas (
do do é de lascar) e, lógico, da
Secretaria de Estado de Saúde (
agora é de de - estadual de saúde seria simples e prático). Durante 5 horas e 11 minutos, esperei pelo atendimento marcado, há quase dois meses, (faltando apenas 3 dias).
Quando entrei na sala, para o devido momento, já estava todo trêmulo, devido a fome impiedosa que me atormentava. Que chato eu ter me abatido, naquelas circunstâncias, afinal, eu estava no meio de dezenas de idosos e portadores de necessidades especiais, servindo de experiência para estudo dos acadêmicos orgulhosos e donos da verdade.
O resumo de tudo isso é que discuti, com o fervor embutido; bem diferente da fúria merecida para a falta de respeito de uma médica assistente, que além de tentar me diminuir, foi ousada em suas palavras. Ainda me calei, para não ser interpretado de forma negativa, bem além do que já ocorria naquele instante.
Para informar mais, fiquei internado no referido hospital, de 14 de junho a 6 de julho de 2011. Vi o bastante, para elogiar quase nada e criticar muito.
Presenciei nos corredores, o desfile exibicionista da incompetência em muitos casos. Salvo algumas médicas, enfermeiros, incluindo os dois sexos e técnicos de enfermagem; vale frisar, que não são todos que merecem referência de boa conduta no trabalho. Em vários lugares encontramos falhas e negligências.
Agora vejo uma matéria do jornal
A Crítica, reproduzindo o jornalismo da TV que leva o mesmo nome, integrante da Rede Calderaro de Comunicação, sobre a deficiência do sistema de saúde no interior do estado e, fico imaginando, se eu estou com sorte, diante dos absurdos espalhados por este território, descoberto por Cabral. Acho que sim; então, oremos.
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Edição: autor do blog com informações do jornal A Crítica.