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domingo, 20 de novembro de 2011

Natureza Amazônica


Registros da BR 174 na chegada a Presidente Figueiredo-AM. A serração deixa o visual curto que exige atenção redobrada.


A neblina e o nascer do sol, no amanhecer de domingo, 20 de novembro de 2011. A viagem é cansativa e ao mesmo tempo, propicia momentos exuberantes em contato com a natureza selvagem na estrada.

Maravilha de cenário


A paisagem que emoldura o cenário da Amazônia ganha contornos variados na BR 174 a Rodovia que liga Manaus-AM a Boa Vista-RR. Aqui um igapó, que em outros lugares pode ser considerado um lago raso.


Esta maravilha se repete pelo caminho.


Durante dezenas de quilômetros a sequência do cenário é deslumbrante, na pista ainda crua.


Mais próximo de Boa Vista a serra grande domina o panorama.

Queimadas na Amazônia


Por volta das 18 horas e 55 minutos da quarta-feira, 16 de novembro de 2011, no começo do território do estado de Roraima, vi um fato que deixa qualquer admirador da natureza perplexo e assustado; as queimadas na selva amazônica.


Não havia como ficar neste trecho da BR 174, cerca de 3 minutos, diante do imenso volume de fumaça, provocado por uma queimada na margem da rodovia, que equivalia há cerca de uns três campos de futebol.

E tudo parece igual, mas são terrenos enormes em devastação total, ao longo da rodovia.


Os efeitos causados pela densa fumaça, podiam também prejudicar o equipamento. Mesmo com o flash, não foi possível mostrar a amplitude deste pavor gigantêsco, na escuridão que envolveu o veículo, que aparece com as luzes de alerta, como fosse dois olhos vermelhos, nesta vastidão da selva maltratada, pela ação insensata do Homem.

Contrariando a lógica


O autor do blog está de volta, depois de alguns dias de intensa aventura na Rodovia BR 174, no trajeto Manaus-AM/Boa Vista-RR. E logo na saída, 4ª feira, 16 de novembro de 2011, bem no começo da estrada, já me deparei com esta contrariedade; vamos combinar que os cabos entrelaçados de forma transversal nesta placa importante e padrão, suplanta a lógica, sob todos os aspectos.


O detalhe é necessário para enfatizar que o simples é o mais difícil para os desatentos ou desinteressados. Gente desse tipo trabalha de improviso e usa as coxas como apoio; mediocridade é usada como ferramenta principal nas suas atividades.

Quero contar a partir da minha sincera visão o que vi em pouco tempo, no caminho do extremo norte do Brasil.

Potencialidades e exploração do comércio sem qualidade e, ao mesmo tempo, trabalhadores contribuindo para o desenvolvimento de uma região linda, repleta de originalidade; pessoas simples e outras mantendo o velho estilo dos grandes e insuportáveis fanfarrões.

Como sempre, quem é digno de confiança, circula na camada simples, no dia a dia do cenário da vida Amazônica.

A começar pelo Hotel onde fiquei hospedado dois dias em Boa Vista-RR. Falta de zelo e cobrança abusiva.

Eu volto, se Deus permitir, para desfilar aqui os fatos reais. Até mais.