segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Domingo no Caldeira

O autor do blog, quer contribuir para preservar alguns dos tradicionais pontos comerciais e, de encontros da antiga Manaus.

Apesar das atividades mundanas - e outras "coisitas" mais - que rolam nas proximidades do Bar Caldeira, localizado na esquina das ruas Lobo D'Almada e José Clemente, resolvi comparecer ao recinto, para conferir de perto os comentários sobre o movimento aos domingos, depois das 15 horas; cheguei cedo - por volta das 12 hs - e fui preencher o tempo, fazendo um tour pela cidade.


Ao retornar, encontrei um grupo musical dando os primeiros acordes, além da chegada de mais visitantes. Registrei ao lado o fotógrafo Barros (de camisa com barras horizontais), o moreno do centro que encarou o clique e Waldir Ventilari, conhecido frequentador de entretenimentos locais.


Então, seguem cliques na área. O simpático Magaldi (português) com o experimentado Barros (40 anos de profissão na fotografia). No registro ao lado, a proprietária do estabelecimento, Dona Maria e Mauro Viana.


Aqui Mauro verifica a hora no local apertado e já sem espaço; mas bem divertido.


Com mesas na rua o embalo seguiu, com turistas e figuras da rotina.


A música popular brasileira, variando gêneros entre chorinhos, marchinhas de carnaval, sambas de enredo e outros, animaram até o final.

Nesses cliques, registro o professor de educação física e ex-goleiro de futebol, Mark Clark, tocando cavaquinho; enquanto o seu irmão, Flávio de Souza, ex-treinador de futebol, além de compositor do hino do Nacional Futebol Clube, ao violão.


Um grupo canadense que eu já havia conhecido de tarde, chega com o empresário Ritta Bernardino, proprietário do Ariáu Amazon Tower (Hotel de Selva).


E segue a animação! Sr. Wilton e senhora na ponta, com Rui(y) no centro, já fantasiado; o clima já é carnavalesco. De vermelho a cantora Kátia Maria, bem à vontade, usando a camisa com um símbolo do clube arquirrival do autor desta página.


Visitas extras e habituais.


E no final quase 8 horas da noite, deixei minha saudação aos cidadãos da brincadeira sadia. 

Postei esta homenagem aos que ainda preservam aquele pedacinho da capital do Amazonas, tão difamado pelo o que acontece na área. Não é muito seguro andar só pelo local; isto é realíssimo. Já conheço há décadas!

Fiquei um tanto decepcionado, afinal ouvi inúmeros comentários sobre a reunião no ambiente. Inclusive a respeito do público ser bem maior. Não sei se voltarei, para tirar outras conclusões; mas, tudo bem. Até breve.

Os próximos posts vão mostrar samba no Jangandeiro e o ensaio do Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente de Aparecida.

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