Eu Aldemir Bispo, sempre fui um admirador dos monumentos, praças, arquitetura e outras atrações históricas de Manaus.
O prédio acima, me causava curiosidade em saber se ainda existe, ou onde ficava localizado no passado glorioso.
De tanto falar para o José Martins Rocha, autor do Blog do Rocha, resolvi enviar duas fotos para seu e-mail; ele me respondeu confirmando que o imóvel em questão, foi onde funcionou um dos Armazéns Andresen, na Rua Marcílio Dias, esquina com a Rua Theodoreto Souto ( lado menor do prédio), onde hoje fica a Praça Tenreiro Aranha, antes denominada de Tamandaré.
O prédio acima, me causava curiosidade em saber se ainda existe, ou onde ficava localizado no passado glorioso.
De tanto falar para o José Martins Rocha, autor do Blog do Rocha, resolvi enviar duas fotos para seu e-mail; ele me respondeu confirmando que o imóvel em questão, foi onde funcionou um dos Armazéns Andresen, na Rua Marcílio Dias, esquina com a Rua Theodoreto Souto ( lado menor do prédio), onde hoje fica a Praça Tenreiro Aranha, antes denominada de Tamandaré.
Foto: Armazens Andresen;
Fonte: Álbum do Amazonas 1901-1902; Coleção: Jorge Herrán.
O José Rocha, enviou esta foto onde aparece o referido prédio ao fundo; no flagrante a praça é um verdadeiro canteiro de obras. Valeu, grande Rocha! Que maravilha poder compartilhar a paixão pela nossa cidade aqui no blog.
Manaus está tão ferida, invadida, agredida e desrespeitada, por insanos exploradores, grotescos em alguns casos e desorganizados; também colaboradores para o acúmulo de lixo espalhado em vários pontos; tudo pela falta de educação básica.
Que coisa medonha é essa transformação no meu berço de nascimento. Sempre preservo o meu amor e a minha reverência pelo velho centro, hoje tão marginalizado! Manaus, eu tenho respeito por você, minha querida mãe dos deuses.
Este é um desabafo de um manauara, nascido próximo do antigo matadouro do bairro da Glória; eu sou "bucheiro". Assim eram chamados os nativos daquele pedaço humilde, da capital do Amazonas. Fui.
Manaus está tão ferida, invadida, agredida e desrespeitada, por insanos exploradores, grotescos em alguns casos e desorganizados; também colaboradores para o acúmulo de lixo espalhado em vários pontos; tudo pela falta de educação básica.
Que coisa medonha é essa transformação no meu berço de nascimento. Sempre preservo o meu amor e a minha reverência pelo velho centro, hoje tão marginalizado! Manaus, eu tenho respeito por você, minha querida mãe dos deuses.
Este é um desabafo de um manauara, nascido próximo do antigo matadouro do bairro da Glória; eu sou "bucheiro". Assim eram chamados os nativos daquele pedaço humilde, da capital do Amazonas. Fui.
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